Pró-labore ou distribuição de lucros? Saiba o que é obrigatório e como pagar menos impostos

Descubra como o equilíbrio entre pró-labore e distribuição de lucros pode reduzir impostos no Simples Nacional e evitar problemas com o Fisco.

Entenda o que é obrigatório, o que pode ser otimizado e como pagar menos IR e INSS

Se você é dentista, médico, arquiteto ou engenheiro e tem um CNPJ no Simples Nacional, provavelmente já ouviu falar nesses dois termos: pró-labore e distribuição de lucros.

Mas… Você sabe mesmo qual a diferença entre eles?
E mais: você está usando isso da melhor forma pra pagar menos impostos?

Vamos descomplicar esse assunto.

O que é o pró-labore? É a remuneração obrigatória que o sócio-administrador (você) recebe pelo trabalho prestado à empresa.
Ou seja, se você atua dentro da empresa, precisa ter um pró-labore registrado — e ele sofre descontos de INSS (20% sobre a empresa e 11% sobre o sócio), além de IRRF, se passar da faixa de isenção.

O que é a distribuição de lucros? É o lucro líquido da empresa que sobra após o pagamento de todos os custos e impostos, e pode ser distribuído entre os sócios sem impostos adicionais, desde que a contabilidade esteja em dia.

Ou seja:

Você pode (e deve) receber uma parte via lucros para pagar menos tributos. E onde entra a estratégia?
Simples: o segredo está em equilibrar esses dois tipos de retirada. Se você retira só lucros e ignora o pró-labore, pode ter problemas com a Receita.
Mas se retira um pró-labore muito alto, paga mais INSS e IR do que precisa.

Um bom planejamento pode mudar o jogo

Além disso, no caso de empresas prestadoras de serviço, o valor do pró-labore interfere diretamente no cálculo do Fator R — lembra dele?
Se a folha de pagamento (inclusive o pró-labore) for maior que 28% do faturamento, a empresa pode se enquadrar no Anexo III, com alíquotas mais baixas.
Ou seja: um pró-labore bem definido pode te fazer pagar menos imposto tanto no DAS quanto no IR e no INSS.

Quer saber qual é o melhor valor de pró-labore no seu caso? A gente pode analisar sua empresa e te mostrar qual seria o cenário ideal para:
Pagar o que é obrigatório;
Evitar multas e problemas com o Fisco;
E ainda economizar legalmente no imposto.

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